A amiga solteira

Todo mundo deveria namorar uma mulher solteira. Aquele ser de salto alto, boca vermelha, ombrinhos de fora e drinque em punho. O animal mais bem relacionado da cadeia alimentícia! Amigos, colegas, cachos, ex-cachos, futuros maridos, tudo entrando pelo celular 24 horas por dia. Como não amar? Quer uma festinha? Disque amiga solteira. Um cinema daqui a meia hora? Disque amiga solteira. Esticadinha da balada? É com ela mesma. Maquiagem de última hora? Na bolsa da amiga solteira tem!

E ela já amou, já casou, já sofreu e levantou. A boa amiga solteira é aquela que não tá caçando namorado, está só curtindo, se amando e carregando um pequeno bando consigo. Forte, firme, ela tem sempre um casal animado a tiracolo e, claro, umas outras amigas solteiras na linha caso os pares de hoje desanimem. É praticamente uma central de acontecimentos culturais e programas improváveis. E, claro, tem sempre uma fofoca para animar o mais caído dos bares. Aliás, não há bar caído para a amiga solteira. Não há dia cinza, chuva ou horário pra acordar. (…)

A amiga solteira é a alegria de tomara que caia.

Texto por: Lia Bock.

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Par Perfeito

“O Cinismo casou com Dona Hipocrisia
Teve uma grande festança no apartamento da Demagogia

A Hipocrisia que sempre dizia que era uma santa
Tomou sete caipirinhas, caiu na cozinha e quase não levanta.
Foi embora mais cedo morrendo de medo da Reputação
E saiu de braços dados com a Incoerência e a Contradição”

Trecho extraído de: Pedro Miranda – Coluna Social

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Salve o amor, por favor!

Salve o amor. Aquele de conchinha e barba na nuca, que pode durar pra  sempre ou só até amanhã. Aquele amor sem medo, sem freio, que ama  e pronto.

Salve o amor que a gente dá e pega de volta outra hora, outro dia, com outra pessoa. Aquele aconchego facinho que não posa, não se esforça, não finge.

Salve o amor-próprio, que resolve a vida de muitos, o  amor das amigas, que aguenta, arrasta e levanta. Salve o amor na pista,  que roça, se esfrega, se joga e vai embora. Um amor só pra hoje, sem pacote pra presente, sem laço ou dedicatória.

Salve o primeiro amor, que  rasgou, perfurou, corroeu… ensinou. Salve o amor selvagem, o amor  soltinho, o amor amarradinho. Salve o amor da madrugada, sincero  enquanto dure e infinito posto que é chama. Salve o amor nu, despido de  inverdades e traquitanas eletrônicas.

Salve o amor de dois a dez, um amor sem vergonha, sem legenda. Salve o amor eterno, preenchido de  muitos ardores. Salve o amor gigante, mas sem palavras, o rotativo e o  escrito, salve o amor rimado, cego, de quatro.

Salve o amor safado, sincero e sincopado, o amor turrão e o encaixado.

Texto de “Eu lia, tu lias – Revista TPM”

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Ah, o Carnaval…

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Eu quero todo mundo nesse Carnaval!

Você vem, né?!😉

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Eu quero me perder, quero me jogar!

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A vida é como uma caixa vazada.

A gente coloca o que dói dentro e fecha a tampa,

Depois sai tudo pelos buraquinhos.

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